A grande variedade de flores dos Jardins de Monet


A visita do Jardins de Monet se divide em duas etapas.

Em frente a sua Casa fica o jardim chamado Clos Normand  e  atravessando uma passagem subterrênea, a visita se extende no local mais procurado pelos visitantes, que é  Jardin D’Eau, o famoso Jardim Aquático, cenário de sua famosa série de pinturas « As Ninféias » e também onde pode ser apreciada e fotograda a tão conhecida « Ponte japonesa », retratada em inúmeras de suas obras.

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Clos Normand, jardim situado em frente a Casa de Monet

 

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Jardim Aquático – do outro lado da estrada de ferro

O Jardim Clos Normand

Quando Monet se instala em Giverny, sua nova casa tem 1 hectare de macieiras e um pomar e também, uma grande alameda de pinheirinho, conhecido como cedro de Portugal. Monet, com ajuda de toda a família, se empenha em modelar a vegetação existente e transformá-la em um jardim histórico.

Apaixonado  por jardinagem, o pintor aplica seu conhecimento pictural para criar efeitos de perpectivas, para destacar a casa na paisagem ou intensificar as zonas de sombra. Na parte esquerda do jardim, ele cria massivos retangulares em cores únicas,  como colocadas em uma paleta… Criativo na jardinagem como na pintura, Monet era aficcionado por flores e ali constituiu um jardim « solar » iluminado.

Narcisos, rosas, jonquilias, dalias, tulipas, hibiscos, peônias, margaridas, cerejeiras e macieiras do Japão, limoeiros, íris, rosas, azaléias … as plantas ornamentais e frutíferas do jardim Clos Normand decoram e perfumam o jardim – que é um verdadeiro oasis sensorial.

 

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O Jardim aquático, conhecido como « jardim das ninféias »

Em 1893, Monet adquire  um terreno vizinho a sua casa, separado por uma estrada de ferro, onde desenvolve seu jardim aquático de nenúfares, em 7.500m² do rio Epte, afluente do rio Sena.

Às margens do rio, ele planta violetas multicoloridas, sem esquecer do chorão ou salgueiros que chegam até 25m de altura (em francês,  les saules pleureurs – ou tillandsias, árvore nativa do norte da China – dispersada ao longo da rota daseda até a Babilônia por isso o nome científico salix babylonica). Essa árvore se ” derrama” ou “chora” sobre o lago, dando um toque poético ao jardim. As azaléias azuis, as  sálvias, viburnos, glicínias, coríaceos ou ainda, peônias de grandes flores de cores brancas, rosas e vermelhas embelezam o jardim.

No final de sua vida o artista havia plantado mais de 1.800 espécies de flores e plantas que conviviam em harmonia singular.

 

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Diagnosticado com catarata, Monet foi submetido a duas cirurgias para tratar  da doença nos olhos, falecendo em 1926, em Giverny, aos 86 anos. Anos mais tarde, em 1966, com a morte de seu único herdeiro, seu segundo filho, Michel Monet, morto em um acidente em 1966, aos 87 anos, a propriedade foi legada ao Estado.

 

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Os jardins e a casa foram reconstuídos em 1977, graças ao apoio financeiro de mecenas franceses e americanos. A Fondation Monet foi criada em 1980, quando o local foi aberto ao público para visitação.

Giverny recebe visitantes de todo o mundo e hoje é o segundo ponto turístico mais visitado da Normandia, depois do Monte Saint Michel, recebendo a cada ano, cerca de 600 000 apaixonados pelo mestre do impressionismo, de abril a novembro.

O passeio para visita da Casa e Jardins de Monet  é um dos que mais emociona e é sempre tocante observar o encantamento dos visitantes, que geralmente, expressam o desejo de voltar a visitar por mais tempo, esse lugar mágico.

 

Conheça detalhes de nosso passeio à Giverny, com introdução sobre o impressionismo. Neste link.

Saiba onde apreciar em Paris, a maior coleção de pinturas de Monet. Neste link.

 

 

 

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